Posts Tagged ‘On blogs’

Alhures.

fevereiro 25, 2010

Este blog ainda não se findou, mas fiz outro bem aqui.

Vai que vai.

setembro 17, 2009

Este blog começou numa quarta-feira, meio da semana. Tempo frio, incomum. Era noite, quase dez horas. Fim de dia. Era meio-de-semana, e tinha-se que dormir cedo para levantar cedo.

Numa madrugada de quinta, praticamente final da semana, este blog ainda vai indo, empurrado. Algumas morissocas, sim, mas comprei um mata-moscas.

Post By Email.

setembro 4, 2009

Postar pela página do WordPress é uma merda. Então ativei a função Post By Email. Funcionou.

Candygirl.

agosto 3, 2009

Certa vez, Emma criou um blog. Rosa e branco, um blog simples-simples. Uma foto sua, perdida no canto direito da página. Um blog como outros blogs criados diariamente.

E neste blog, como é de praxe, Emma falava da sua vida: seu peso, se aumentava ou diminuia; seu cabelo, se aumentava ou diminuia; seus natais nos Estados Unidos; seu amor por hambúrgueres e doces. Seu apelido era candygirl.

Mas, como é de praxe no mundo dos blogs, o de Emma foi abandonado pela autora. E assim, por um mês, ele permaneceu. Até que a irmã de Emma apareceu no blog, com um aviso:

Emma Candy morreu de câncer de ovário na Quinta-Feira, 5 de fevereiro de 2004. Ela tinha 36 anos. Uma filha, irmã e amiga maravilhosa, que tocou tantos com sua alegria e esperteza. Enfrentou esta prova com grande coragem e dignidade. Seus amigos e família lhe disseram adeus em seu funeral na Quinta-Feira, 12 de fevereiro em Loughborough, e celebraram sua vida no memorial em Londres, em abril de 2004.

***

O blog de Emma, May I be frank?, e a história original em TED Talks. Quem dá a palestra é Mena Trott: a história mesmo começa em 14:33 do vídeo.

I’m so sorry, blog.

março 24, 2009

Você não liga, não manda email, nada. E gastando meu bandwidth à toa no meio dessa internet. Well, fuck you, okay? Fuck! You!

Memeando.

fevereiro 8, 2009

Lá do Silly Talks, chega por aqui um meme que poderia dar um sketch Montypythoniano. Deve-se pegar o livro mais à mão no momento, abri-lo à página 161 e colocar a quinta frase completa aqui. Ei-la:

Sémiologie Psychiatrique.

Meu livro chama-se Psicologia e História em quadrinhos. Ficou entre ele e a História concisa da Literatura Brasileira (ah, estudantes de letras). Fiz um pequeno teste para saber qual o que estava mais próximo. Terminou o de quadrinhos ganhar por muitos centímetros. Deveria estar não mais do que 4,5 cm de alcance da minha esquerda. Quanto à frase, não realmente se conta, mas era isso ou colocar o nome do autor DESSE, jeito. E isto eu simplesmente não pude fazer.

Repasso o meme à quatro velhos meus: Edson, Jean, João Paulo e Thomaz. O quinto, repasso à além-mar, ao mestre João Bandeira.

Futricando.

janeiro 24, 2009

Com nada para escrever, decidi dividir o site. 71 posts, 10 categorias.

As datas, as datas.

dezembro 18, 2008

Acabei de checar as datas e, incrivelmente, fazia somente uma semana que não escrevia nada aqui – ou em qualquer outro lugar. Pareceu um tempo tão mais longo. 7 dias é coisa pouca. Sim, comentários, okay, mas não contemo-los, porque este não é, afinal, o blog de um post onde tudo acontecesse nos replies.

Vou indo dormir que tenho aula. Aula!

Pensando, pensando.

dezembro 18, 2008

Já imaginaram um blog no qual houvesse nada mais que um post, e tudo que acontecesse no site, aconteceria nos comentários?

Tráfego.

outubro 24, 2008

O painel do WordPress me informa que as principais mensagens deste blog são: O homem por trás do post, com 18 visualizações; Literatura de mulher, com 10 visualizações e E Mike Nichols disse, com 9. Também me informa que os posts mais ativos são O homem por trás do post, Linkagem e Prostituição, respectivamente, com 7, 7 e 5 visualizações.

A diferença entre os dois tipos – principais mensagens e mais ativo – eu ainda estou tentando descobrir, mas o que é realmente interessante é aquilo que os internautas procuram para chegar até aqui: segundo o painel, no topo das pesquisas estão, nesta ordem, prostituição e literatura na mulher.

Sinceramente acredito que sejam alunos universitários procurando fontes diferentes da Wikipédia para seus trabalhos. Mil perdões.