Archive for outubro, 2009

O que me ficou de Neuromancer.

outubro 20, 2009

Acabei de terminar o livro. É confuso e tem muitos adjetivos. Devolvo hoje mesmo.

Bill Hicks.

outubro 7, 2009

Bill Hicks.

<<Today a young man on acid realized that all matter is energy condensed to a slow vibration; that we are all one consciounsness, experiencing itself subjectively; there’s no such thing as death: life is only a dream, and we are the imagination of ourselves.

Here’s Tom with the weather.>>

outubro 7, 2009

…Mas meu aparato quebra-se em duas partes, irreconciliáveis. A única saída agora são as precárias mãos limpas: para sempre inúteis em combate.

outubro 7, 2009

Cego pela hubris, avanço a uma artrópode que escapa pelo chão. Estalo o mata-moscas: mato-a…

outubro 7, 2009

Derrubo-as, uma a uma. Confiante, torno minha mira às formigas que infestam a parede. O mata-moscas estala a cada acerto.

outubro 7, 2009

Empolguei-me com a estatística e saí à caça: a cozinha foi meu primeiro hunting ground

outubro 7, 2009

Pus-me à missão de contar quantas morissocas matava numa noite. Três, com o mata-moscas; uma, de mãos limpas.

321 páginas de Beatles…

outubro 6, 2009

…e os caras nem sequer gravaram o primeiro álbum. Ou contrataram o Ringo Starr.

As olimpíadas.

outubro 4, 2009

Porque faço Letras, são algumas as vezes que me fazem de Pasquale: um amigo perguntou-me se é certo o que dizem na TV: que as olimpíadas, assim, no plural, vêm aí. Corro ao Aurelinho, e encontro “olimpíada”. Óbvio. Mas, logo abaixo,  também encontro “olimpíadas”. Duas palavras diferentes. A primeira, substantivo feminino, “celebração dos jogos olímpicos”; a segunda, substantivo feminino plural, “jogos olímpicos”.

Faço senso dos verbetes e explico ao xará – pois também é Caio, o gajo. Insatisfeito, ele retorna:

– Então qual é a que vem pro Brasil?

Penso. E solto:

– As duas: a gente vai celebrar os jogos e jogá-los.

Também já me pediram epígrafe sobre chuva para monografia, mas não consegui encontrar.

Um ano é muito quando se tem quinze.

outubro 1, 2009

Nosso colégio denotava nossa participação no ensino médio pela adição de uma listra branca no peito do uniforme; bem entre as listras azul e amarela que já nos acompanhavam das outras séries.

Já secundaristas, íamos para o hasteamento da bandeira na sede do ensino fundamental. Um amigo iniciou uma troca de insultos com três moleques de menor série. Para terminar a bravata, estufou o peito e, faceiro, apontou com ambos os indicadores para sua recém-adquirida listra branca.