Um livro que comprei.

setembro 22, 2009

Almas Mortas, de Gógol. Comprei sem a menor intenção de ler. É volumoso: o acúmulo das 445 páginas ajudam o livro a ficar em pé sozinho. Tem a capa dura de bordas douradas, num estilo XIX Century Chic; a edição, contudo, saiu em 87 pela Victor Civita.

Da mesma coleção, tenho também Crime e Castigo, em dois tomos: os Dostoiévskis são livros largos e marrons, diferentes do avulso e vermelho Gógol. Seguindo o tema da coleção, as primeiras páginas vem com uma foto preto-e-branco do autor e uma página de biografia com letras miúdas.

O enredo de Crime e Castigo sei por cima – tenho o livro, comecei duas vezes, nunca li inteiro: Raskólnikov mata a síndica de seu prédio e sai pelas ruas de São Petersburgo filosofando e encontrando as outras personagens; do Gógol, tenho o livro, já abri, mas nunca terminei a primeira página. Não sei do que se trata, não chequei na Wikipédia: comprei-o porque bonito e bem conservado. Até agora, estou conseguindo não ler.

O acúmulo das 445 páginas ajudam o livro a ficar em pé sozinho.

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2 Respostas to “Um livro que comprei.”

  1. Ed Says:

    Rapaz, então você também comete essas coisas?

  2. Caio Marinho Says:

    Foi a única vez, Edward, meu caro: sou vagabundo e não tenho salário.

    Qual o livro que compraste pra não ler?


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