Archive for setembro, 2009

Passe o cursor por cima da imagem.

setembro 26, 2009

O time que cuida das imagens enviadas pela sonda espacial Cassini, regidos por Carolyn Porco.

No ponto de ônibus.

setembro 25, 2009

Alinhavava o post abaixo no ponto de ônibus. Passam, um atrás do outro, três ônibus velhos. Cospem CO². E então, surgida da fumaça, aparece-me uma velha. Sobre a cabeça, um topete pichaim cor-de-burro-quando-foge, um tope preto e desdentada. Me pergunta, meio olhando por cima de mim:

– Me dá dez centavo?

Baixo a cabeça, e rio, assustado:

– Tem não.

E, arrastada pela própria inércia do topete, vai-se.

O meu chaveiro.

setembro 25, 2009

Carrego sempre cinco chaves: duas para abrir portões, duas para abrir cadeados e uma de abrir porta. As de abrir cadeados ficam juntas no mesmo elo, e todas se penduram no chaveiro em forma de cadeado. Das que abrem portões, uma tem forma de trapézio e a outra, de gota; a de abrir porta é circular e as de abrir cadeados tem forma de ás de paus.

Um livro que comprei.

setembro 22, 2009

Almas Mortas, de Gógol. Comprei sem a menor intenção de ler. É volumoso: o acúmulo das 445 páginas ajudam o livro a ficar em pé sozinho. Tem a capa dura de bordas douradas, num estilo XIX Century Chic; a edição, contudo, saiu em 87 pela Victor Civita.

Da mesma coleção, tenho também Crime e Castigo, em dois tomos: os Dostoiévskis são livros largos e marrons, diferentes do avulso e vermelho Gógol. Seguindo o tema da coleção, as primeiras páginas vem com uma foto preto-e-branco do autor e uma página de biografia com letras miúdas.

O enredo de Crime e Castigo sei por cima – tenho o livro, comecei duas vezes, nunca li inteiro: Raskólnikov mata a síndica de seu prédio e sai pelas ruas de São Petersburgo filosofando e encontrando as outras personagens; do Gógol, tenho o livro, já abri, mas nunca terminei a primeira página. Não sei do que se trata, não chequei na Wikipédia: comprei-o porque bonito e bem conservado. Até agora, estou conseguindo não ler.

O acúmulo das 445 páginas ajudam o livro a ficar em pé sozinho.

Vai que vai.

setembro 17, 2009

Este blog começou numa quarta-feira, meio da semana. Tempo frio, incomum. Era noite, quase dez horas. Fim de dia. Era meio-de-semana, e tinha-se que dormir cedo para levantar cedo.

Numa madrugada de quinta, praticamente final da semana, este blog ainda vai indo, empurrado. Algumas morissocas, sim, mas comprei um mata-moscas.

Dança interpretativa.

setembro 16, 2009

É o humanitismo.

setembro 14, 2009

Estou lendo o Quincas Borba, numa edição da Coleção Jabuti de 1972. Páginas amareladas, capa simples, texto integral. Paradidático.

Voltando do curso de alemão (Wie geht’s, blogger freunde?) estava sem um tostão e fui ao caixa automático fazer um saque. Na fila, poucas pessoas. Uma rapariga em particular iniciava a leitura de um livro, do qual percebi verde a contracapa. Gosto de checar o tipo livro que as pessoas lêem na rua, mas a pequena (ganhava-lhe na estatura) voltava a capa do escrito para baixo, negando-me sua identidade. Aguardei, atento. Chegada sua vez de ir ao caixa, ela guarda o livro na bolsa, revelando-me sua identidade: é o mesmo Quincas Borba que estou a ler: páginas amareladas, capa simples, texto integral. A única diferença era o adesivo de identificação colado na capa.

Post By Email.

setembro 4, 2009

Postar pela página do WordPress é uma merda. Então ativei a função Post By Email. Funcionou.