+ Sobre How Fiction Works.

novembro 24, 2008

The language of literary criticism, Wood says, must be literary, “which is to say metaphorical.”

This is a provocative idea, but it is based on several false premises and, indeed, faulty metaphors. Literary criticism may share its subject’s language, but unlike music or painting, words can also be used to form concepts. Language is not only representational and emotive–that is, literary–it is also logical and analytic–that is, critical.

Sr. William Deresiwiecz, a julgar por nefelibata o Sr. James Wood, no The Nation. O que o Sr. Deresiwiecz critica no Sr. Wood – his looseness – seria justamente aquilo que eu elogiaria na escrita de How Fiction Works. “Dar respostas de um escritor às perguntas da crítica”, como explica o Sr. Wood no começo do livro, acerca do seu propósito. O Sr. Deresiwiecz – cujo nome coloquei no ctrl+v para agilizar – procura razão e lógica nas palavras de How Fiction Works. Não encontra. Procura consistência – JW troca literatura por ficção várias vezes, escreve ele. Também não há acha. Procura, enfim, um autor, uma linha guia, onde tudo que há é simplesmente um livro.

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