Madhouse.

novembro 13, 2008

Os filhos da Casa tinham o angustiante hábito de se suicidarem. Bonito, inteligente, homossexual, Rudolf visitou em um bar de Berlim, dissolveu cianeto de potássio em seu copo de leite e morreu imediatamente em agonia. Dois anos antes, Hans Karl desaparecera sem deixar vestígios e é pensado que tenha se matado no mar. Ele era uma criança tímida, desajeitada, possivelmente autista com um talento prodigioso para matemática e música, cuja primeira palavra falada foi: “Édipo”. Ele, também, era pensado ser gay. Kurt parece ter atirado em si mesmo “sem razão aparente” enquanto servia como um soldado na primeira guerra mundial. O filósofo Ludwig afirma ter começado a pensar sobre suicídio quando tinha 10 ou 11 anos. [The House of Wittgenstein, no Guardian]

Ludwig Wittgenstein não se matou. Ao invés disso, escreveu o livro que faria a filosofia começar a chorar e reclamar para sua mãe: It’s not fair!

On an unrelated topic, atualizei o homem por trás do post. Os ásperos solos da vida cotidiana são traduzidos dos rough ground of everyday life nos quais Wittgenstein dizia viver. Sem pretensões: a construção que era boa demais para não usar.

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