Prostituição.

outubro 22, 2008

Estou a gastar minhas falanges num artigo intitulado Uma análise da construção dos ethe discursivos na peça Barrela, de Plínio Marcos, para a cadeira de Análise de Discurso da faculdade, e não consigo me livrar deste sentimento de ter meu cérebro, minhas palavras e meu tempo, todos alugados por uma causa, no mínimo, monótona e irritante. Escolhi a peça por ser pequena e simples de trabalhar; tivesse escolhido algo mais complicado e longo, deus sabe onde estaria minha sanidade agora.

Eita que este canudo está me saindo cada vez mais caro. Juro que me sinto emburrecer a cada nota de rodapé que sou obrigado a colocar para preencher a lauda. It’s Just bullshit on the horizon.

***

Um diálogo inspirado por Woody Allen, que ilustra bem meus sentimentos:

– It just keeps getting worse, doesnt’ it? Life and all that.

– Pretty much, yeah.

– So why not just kill yourself and get it over with?

– Well, they have good food.

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2 Respostas to “Prostituição.”

  1. Jean Piter Says:

    Ando atarefado também com meu TCC.
    Monotono é pouco.

  2. Caio Marinho Says:

    Pouquissississímo. E diz que fui entregar o trabalho, pulled and all nighter e o viado não deu as caras?

    Boa sorte, meu caro, com seu TCC (final de curso, imagino).


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