Ted Kramer não sabe em qual série do colégio seu filho está, e Billy não gosta do jeito que seu pai faz as torradas no café-da-manhã. Somente quando a mãe, Joanna, vai embora é que ambos são encurralados a conviverem, e, pouco a pouco, seus hábitos revelam-se paralelos. Apenas o espectador nota isto; para pai e filho, é apenas outra manhã comendo rosquinhas, tomando suco de laranja e lendo o jornal.
fevereiro 19, 2010 às 10:32 am
Filmaço. tudo é pensado desde a progressão de desconforto que vai se desfazendo – que acaba por tornar-se necessidade de o pai estar com o filho – até os cenários que combinam com o figurino dos atores.fora que temos dois dos melhores atores do mundo em seu melhor momento.
bateu saudade, agora
fevereiro 24, 2010 às 12:57 am
Combate difícil entre ele e Apocalypse Now no Oscar da época; talvez seja como o Sérgio Lavos diz: Coppola é um cineasta sem emoção em seus filmes, e emoção é o que sobra em Kramer vs. Kramer. (http://bit.ly/cdiVH5)